domingo, junho 18, 2006

Stout

Existe um remédio para as minhas neuras...
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Depois de ter passado a manhã no ginásio e de ter almoçado no centro comercial decidi enfiar-me numa sala de cinema. Cheguei a pensar que seria a primeira vez que iria ver um filme numa sala deserta, mas quando estava prestes a começar entra outro solitário na sala.
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O filme estava a agradar-me mas passados uns 40 minutos recebo uma mensagem escrita. Era um convite para ir ao cinema. Não hesitei... levantei-me e fui-me embora ao encontro de quem me convidava. Noutro ponto da cidade acabei por entrar noutra sala de cinema para ver outro filme... este vi por completo toda a sua projecção.
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No final prometi um gelado a quem me acompanhava... procurei os Meninos do Rio, mas lá não havia... segui até à Portugália, mas parecia fechada... abanquei na esplanada do Armazém F onde também não havia gelados... estou a falar de gelados da Olá. Era desses que queria.
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Acabámos por beber uma Sagres Preta... queriamos Stout mas também não havia.
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O que houve foi uma bela tarde de sol a bater na cara e em amena conversa até que o vento refrescou e nos levou a terminar o domingo.
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Sim... existe um remédio para as minhas neuras...

quinta-feira, junho 15, 2006

Someday

O que fará com que um homem adulto esteja descalço, de calças de ganga e t-shirt a vaguear pela casa com a música deste blog no máximo e a acompanhá-la aos altos berros no momento em que ela diz You motherfuckers you'll sing someday... You motherfuckers you'll sing someday... You motherfuckers you'll sing someday... ?

Dupla

A day at the movies... assim foi o meu dia.
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Num dia feriado em que não se pode ir à praia e nem sequer estava bom tempo para esplanar... e, confesso, em que a disposição também não estava grande coisa o melhor que podia fazer era mesmo enfiar-me no cinema. E fiz uma coisa que nunca tinha feito... ver dois filmes de seguida. Foi mesmo dose dupla.
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O primeiro é um filme excelente que arrisca-se a passar completamente despercebido... tem uns laivos de Magnólia embora não se compare ao brilhantismo desse. É, talvez, o filme mais agradável de ver actualmente em cartaz. Chama-se Os amigos de Dean. O título não é apelativo, o cartaz também não, a apresentação não reproduz bem o que o filme é. Mas se querem um tempinho bem passado no cinema este é uma boa escolha.
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O segundo que vi é algo fora do vulgar... Hard Candy! Um filme que não deixa ninguém indiferente... garanto-vos que se forem ver irão contorcer-se na cadeira... várias vezes!!! Um filme que não se pode chamar de terror, mas é de um suspense aterrador por vezes. Brilhante!
Ah... e bastante recomendável a quem já conheceu gente pela net... provavelmente depois de o verem irão pensar duas vezes antes de o tornar a fazer!
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Foi realmente o melhor que podia ter feito para um dia destes... dois filmes extraordinários!

Rollercoaster #02

Going down...

quarta-feira, junho 14, 2006

Pontes

Passear é bom... é agradável. Viajar sem destino vendo as paisagens passar por nós... suaves, bonitas. Esse espectáculo de cores e imagens faz-nos bem à alma.
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Mas queiramos ou não, toda a viagem, todo o passeio tem sempre um destino. Quer queiramos ou não há sempre um ponto de destino na nossa cabeça. Pode ou não estar bem definido. Por isso o conceito de viajar sem destino não é totalmente correcto. Mas o que é certo é que gostamos de o usar... e é verdade que às vezes fazemos desvios não programados só para ver o que aquela estrada nos vai mostrar.
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Mas esses desvios não nos devem afastar muito do caminho que pretendemos... do destino que temos em vista.
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Assim é na estrada... assim é na vida. Se eu sei exactamente o que quero, se eu sei exactamente o destino que pretendo atingir nesta altura então para quê os desvios? Sei onde quero ir... mas não sei como lá chegar. Então a lógica diz-me que eu devo esforçar-me ao máximo para encontrar esse caminho. Não descansar enquanto não o atingir.
E cada vez que penso que não há estrada para este veículo devo-me lembrar que em tempos já foi impossível atravessar rios... que já foi impossível atravessar oceanos... que já foi impossível atravessar desertos... que já foi impossível chegar ao espaço... muita coisa já foi impossível, mas muita coisa deixou de o ser porque alguém descobriu como o fazer!
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Quanto aos desvios... talvez os desvios sejam bons para espairecer o espírito... para aproveitar a paisagem... para reflectir... para conhecer coisas novas... mas não deixam de ser desvios. A importância deles reside simplesmente no prazer da novidade... e na possibilidade de encontrar um novo caminho.
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Mas enquanto o trajecto estiver bem definido os desvios não passam de desvios... e o importante é tentar por novos meios atingir o destino.
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Quem de carro quiser atravessar um rio constrói uma ponte... não é um provérbio, mas podia ser!

Frases soltas #13

Roça filha, roça!... Como Jean-Jacques Rousseau.

Conversas #06

Não se corre o risco de acordar aquilo que não está adormecido.

sexta-feira, junho 09, 2006

Despertar

Todos os dias o ritmo da vida nos obriga a isso... despertar! Bom, isto para aqueles que não adormeceram no sono eterno... mas disso não trata este post.
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De manhã é que começa o dia e há sempre alguma coisa a fazer. Quer seja ir para o emprego, quer seja algum assunto a tratar. O que é certo é que mesmo os felizardos que não precisam de trabalhar têm, nem que seja de vez em quando, que acordar a uma determinada hora.
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E para isso temos uma das invenções mais necessárias e, ao mesmo tempo, odiadas do mundo moderno: O Despertador!
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Não podemos passar sem ele. Embora o hábito de acordar sempre à mesma hora nos faz despertar naturalmente a essa hora a verdade é que não podemos confiar no nosso despertador natural. Temos que preparar o pequeno aparelho antes de dormir se não queremos correr o risco de ser acordados por um telefonema do emprego a perguntar onde raio é que estamos uma vez que já são onze da manhã!
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Por isso, todas as noites antes de dormir lá se verifica o despertador para ver se está tudo em ordem. No meu caso, e sei que é também usado por muita gente, o despertador que uso é o do telemóvel.
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Agora sim... agora chega o verdadeiro objecto deste post. A questão é que quando ele toca, a grande maioria das vezes eu não me levanto. Não... o que faço é carregar no botãozinho que adia por mais algum tempo. E isso é que foi uma grande invenção!
Essa grande invenção permite aos comuns mortais ter o segundo maior prazer que se pode ter na cama e que é aquela sensação de acordar e voltar a adormecer.
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Agora só um à parte... claro que é o segundo maior prazer porque se trata do meu caso. Outros haverá, não tão bons na cama, em que esse prazer se elege como o número um. Agora, depois de mais um momento de publicidade enganosa, continuemos sobre os despertadores.
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Pois é... é mesmo um grande prazer. E tenho que dizer que gosto de o fazer várias vezes seguidas... bom, esta também soou um bocadito a publicidade enganosa para quem gosta de descobrir duplos sentidos nas minhas frases.
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E é assim que algumas das minhas manhãs são passadas a carregar em botões... humm... isto hoje está demais. Só me saiem frases passíveis de segundos sentidos. Mas sim... gosto tanto daquela sensação que já cheguei a passar hora e meia naquilo... ui... outra vez!
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O engraçado da questão é que é completamente estúpido estar a acordar e a adormecer durante uma meia-hora ou mais. Mas assim é que sabe bem... embora um gajo não descanse nada assim. O meu telemóvel toca de nove em nove minutos. E é assim que vou acordando de nove em nove minutos até ao momento em que decido que já é demais e realmente me levanto.
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Outra coisa engraçada é porque raio de nove em nove minutos!?!? Houve um engenheiro qualquer na Sony Ericsson que decidiu que o despertador tocaria de nove em nove minutos. Mas porquê?!?! De cinco em cinco ou de dez em dez eu compreenderia... mas nove!?!?
Eu tenho uma teoria... eu acho que esse engenheiro foi colega na escola primária do gajo que tirou marketing e que depois foi trabalhar para os gelados da Olá e decidiu que as caixas do Super Maxi deveriam ter nove unidades... só pode!

terça-feira, junho 06, 2006

Rollercoaster #01

Há coisas com piada. E se eu, a grande maioria das vezes não a tenho, já a minha mente é uma constante caixa de surpresas para mim próprio. Imagino então para quem me conhece mal o rollercoaster que é. Para quem me conhece acho que já nem se preocupa e limita-se a observar e a absorver.
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Ontem preparava por aqui um post sobre as inconstâncias dos meus humores, para dissertar sobre essa montanha-russa. E como estaria a iniciar uma fase bastante a pique depois de um pico bastante alto no sábado passado.
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Foi quando se deu um daqueles momentos simples que nos fazem alterar instantaneamente. Ultimamente não tenho muitas trocas de emails, mas foi precisamente uma pequena frase enviada no meio de uma conversa por mail que me fez sorrir. Dizia tão somente que os meus eram doces... meigos... urgentes e quentes... Não lido bem com elogios. Aliás, fico mesmo embaraçado quando os ouço, mas neste caso gostei de ler. Alterou radicalmente o meu estado de espírito.
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Como que a confirmar a inversão de um estado que se encaminhava rapidamente para down, tive uma bela noite de passeio pela Feira do Livro. Quase duas horas de passeio e conversa numa noite de muita suavidade... quer na temperatura quer no estado de alma.
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Uma frase foi capaz de inverter o meu estado de alma. Um passeio e conversa boa assegurou que se mantinha uma tendência bem disposta.
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Não há dúvida que o meu espírito funciona como uma montanha-russa.

segunda-feira, junho 05, 2006

Houston

A vida prega-nos partidas... acho que ela gosta de ser irónica, ainda mais do que eu naqueles dias bons em que gosto de mandar umas piadas secas, mas bem afinadas, rechedas de vinagre e de bom-humor quanto baste.
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A última paixão que tinha tido foi há muitos anos atrás... mais precisamente em meados de 2000. Foi há muito tempo...
Passei estes anos todos a desejar que voltasse a acontecer. E voltou, para grande felicidade minha... mas é claro, tinha que vir aquela história do Cuidado com aquilo que desejas e a paixão não foi correspondida.
Afastei-me e voltei a aproximar-me quando senti que podia gerir bem a situação. E sim, consegui gerir muito bem mesmo. No sábado fui com ela ao Rock in Rio... e foi um dia absolutamente espectacular. Mas o que não estava à espera é que voltasse a explodir aquilo que estava em vias de ser bem arrumado e fechado num contentor.
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No domingo a disposição não era muita... não parava de me repetir Houston, we have a problem! E sim... tenho um problema grave entre mãos. E é até bem simples de analisar...
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Sabendo eu da raridade com que me apaixono, sabendo eu que paixões não acontecem por duas pessoas ao mesmo tempo, sabendo eu que estou com dificuldades em esquecê-la... então eu tenho um problema!
Preciso esquecê-la para prosseguir, a melhor forma é ter a sorte de me apaixonar por outra e, no meu caso, essa situação é rara de acontecer! Ou seja... huge problem!
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Possiveis soluções... bom, soluções permanentes não há! Não há nada que resolva a situação.
Posso aventurar-me em relações casuais que serão divertidas e interessantes. Satisfatórias sob variadíssimos aspectos. Relações descomprometidas em que as pessoas envolvidas saibam o que podem esperar.
Talvez possam ajudar a esquecer, a ultrapassar... por enquanto mais do que isso não posso oferecer!
Acho que é a única coisa que posso fazer...
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Houston... we have a big, huge, hairy, fucking problem!

quinta-feira, junho 01, 2006

1755

Bom... é verdade! Não tenho escrito quase nada... e não é por andar muito ocupado. É mesmo falta de vontade ou então falta de tema.
Isto no meu blog... quanto a leituras de outros blogs isto vai pelo mesmo caminho.
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Enfim... vamos lá a ver se insisto um bocado a ver se sai qualquer coisa.
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Há poucos dias, em conversa com alguém que lê este blog, falámos que talvez seja do calor esta crise de produção. Talvez... vou assumir que sim! Uma coisa é certa... independentemente de a produção ser fraca ultimamente o blog está aqui para durar. Posso afirmar que foi das melhores coisas que decidi fazer!
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Realmente a escrita está a sair um bocado forçada... OK! Vamos falar um pouco de outras coisas.
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Como disse há poucos dias ganhei dois bilhetes para o Rock in Rio num concurso da Sumol. Os bilhetes era suposto virem por correio. Ontem liguei para lá a tentar saber como as coisas estavam a andar. Devo dizer que o atendimento foi do melhor e fiquei agradavelmente surpreendido. Mas o que não estava à espera de saber era que as cartas ainda não tinham seguido. Acabou por ficar combinado que eu vou lá buscá-los pessoalmente. Assim será hoje ao final da tarde... veremos se corre tudo bem.
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Ontem jantei com a minha tia. Esta tia, que também é madrinha, está emigrada em França vai para muitos anos. Hoje regressa para lá. Não sei bem se já se reformou... mas foi professora de Português para muitos filhos de portugueses em França. Depois do jantar fomos ao teatro ver 1755 O Grande Terramoto. Gostei bastante da peça e recomendo a qualquer pessoa que goste de História... mas atenção, a peça não pretende ser um retrato histórico. A peça mistura factos históricos e personagens históricas com histórias ficcionadas mas que podiam muito bem ter se passado na Lisboa daquela época.
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Continuo sem saber quem me enviou a tal SMS incógnita... se foi mesmo quem eu desconfiei e para quem respondi essa pessoa não se descoseu.

terça-feira, maio 30, 2006

Missing in action

Não... não se trata do filme de porrada dos anos 80 com o Chuck Norris.
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Na realidade, não se pode dizer que ando muito action ultimamente. Mas realmente ando um bocado missing. Missing no sentido que tenho escrito pouco... e faz-me falta. Mas para ser sincero só posso escrever quando surge qualquer coisa de dentro de mim. Quando alguma ideia, escura ou brilhante, me assalta.
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A verdade é que até ando muito bem disposto. Passei mais um excelente fim-de-semana que me deixou muito feliz. Ontem recuei e li alguns posts passados e reparei que podia encontrar outros dois fins-de-semana também excelentes muito recentemente. Ando melhor porque ando mais acompanhado. Já não sinto tanto aquela solidão que quase me afogava de ansiedade... mas sim, há ainda muitos momentos em que a sinto.
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Se ando bem!? Bem não ando completamente... mas a vida é assim. É a que tenho!
Se ando mal!? Mal não ando definitivamente...
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Uma amiga dizia qualquer coisa como Quando andamos bem as coisas boas vêm ter connosco. Se calhar não é bem assim a frase... mas a ideia é esta. Pronto, é daquelas filosofias Zen. Talvez por isso na sexta-feira passada recebi um telefonema de um amigo a dizer que tinha um bilhete para mim para o Rock in Rio. Ontem recebi outro telefonema... uma menina dizia que falava da Sumol e que eu tinha ganho dois bilhetes para o Rock in Rio e perguntava-me qual o dia que eu queria. Eu respondi o dia dos Red Hot Chili Peppers. Pessoalmente só acredito quando tiver os bilhetes na mão... quanto a quem convidei para ir comigo? Foi essa amiga que fez aquela declaração Zen... foi uma coisa boa que foi ter com ela também.

domingo, maio 28, 2006

Telegrama

Fim-de-semana bom Stop
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Sexta no Rock in Rio Stop Bilhetes à borla Stop Foi bom Stop
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Sábado à tarde na Costa Stop Comido vivo por mosquitos Stop Pouco tempo por lá Stop
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Sábado à noite jantar com amigos Stop Excelente Stop Seguir para o Bairro Alto Stop Uma das melhores noites que lá passei Stop Temperatura óptima Stop Muitos copos Stop Coisa rara Stop Encontrei duas pessoas que conheço por lá por acaso Stop Facto estranho Stop Recebo SMS incógnita Stop Respondi para quem desconfio que era Stop Não tenho certeza se era Stop Mistério Stop
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Domingo à tarde na Praia das Maçãs Stop Muito bom Stop Saída da praia para Sintra Stop Lanchar um Travesseiro Stop Muito bom Stop Regresso a Lisboa Stop Ver o entardecer nos Meninos do Rio Stop Excelente Stop
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Fim-de-semana mesmo bom Stop

sexta-feira, maio 26, 2006

Grandes Mistérios da Humanidade #01

Há coisas que nos perturbam o espírito, baralham a mente... e por mais que pensemos sobre os porquês não conseguimos obter uma resposta satisfatória.
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Todas as vezes que vou às compras a um qualquer hipermercado deparo-me com uma dessas coisas inexplicáveis. E é precisamente na secção dos congelados! Sim! É, decerto, um dos locais mais improváveis para encontrarmos um mistério desses que classificamos de transcendental... mas é verdade!
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O facto quase que passa despercebido dos comuns mortais, mas a pessoas iluminadas e de mentes brilhantes como a minha tal facto não podia passar em claro. Sim! É verdade! Só mesmo uma mente como a minha, tão preocupada em descobrir o sentido da vida, é que poderia passar tempo a reflectir sobre este grande mistério da humanidade e gastar horas a tentar encontrar uma explicação.
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E há, concerteza, uma explicação... mas eu desconheço-a! Confesso... já esgotei todas as possibilidades e, para mim, continua a ser algo inexplicável. E mais!... esta questão ocupa os meus pensamentos há já quatro anos. Assalta-me de tempos a tempos... tudo começou numa bela tarde de fim de verão quando estava a fazer compras no Carrefour. Lembrei-me que era uma boa ideia ter uma caixinha de gelados Perna de Pau no meu congelador e ir comendo um ou outro de vez em quando.
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Quando, todo contente, peguei na caixa não imaginava que aquele gesto iria significar tantas horas de sofrimento e angústia associadas a tentativas vãs de obter uma explicação.
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Ali estava a caixa... e no rótulo dizia 9 unidades. Sim... vocês concerteza estão a fazer a mesma pergunta que eu fiz. Nove!? Porquê nove!? Olhei para as outras caixas que continham unidades de gelados e só encontrei um outro semelhante... o Super Maxi também continha nove unidades.
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Mas todos os outros tinham unidades normais. Sim... tinham dois, quatro ou seis. Alguns oito. Outros doze. Sim... isso são unidades normais.
Eu compreendo muito bem que uma caixa contenha unidades de 2, 4, 6, 8, 10, 12... até aceito 15 ou 20. Também aceito 24, 25 ou 50. Os chamados números redondos... normais!
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Mas nove!?!?! Nove não é aceitável... numeros como 7, 9, 13 ou 17 não são aceitáveis como unidades de uma qualquer embalagem.
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A grande questão é que estas coisas são estudadas... houve um qualquer génio do marketing que gastou horas de trabalho e chegou à brilhante conclusão que o número ideal para unidades na caixa do Perna de Pau e do Super Maxi era nove! Mas porquê!?!?!
E se é bom para esses dois porque é que não é para o Epá!?!
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E não me venham com aquelas teorias que um número como nove obriga as famílias padrão a terem que comprar mais do que uma caixa para que dê um gelado a cada um. Não... esse argumento não funciona comigo! Porque se assim fosse essa estratégia era utilizada também nas outras caixas de gelados.
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Eu desconfio que esse senhor que chegou a essa conclusão não é génio do marketing mas sim um verdadeiro génio do mal! Sim!!!... esse senhor criou esta questão para que eu me sentisse perturbado cada vez que passo em frente à secção dos congelados!
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Sim... a caixa de nove unidades do Perna de Pau perturba-me... já a do Super Maxi não tanto porque prefiro mesmo o Perna de Pau.

quarta-feira, maio 24, 2006

Sen To Chihiro

Um dos mais bonitos filmes que vi foi A Viagem de Chihiro, no original Sen To Chihiro.
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Este filme já não está em cartaz... aliás, foi em 2003 ou 2004 que andou pelas salas de cinema. Mas porquê é que eu falo dele neste momento? É simples... porque me apetece.
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E também porque tenho ouvido a, também magnífica, OST deste filme. Fica aqui uma das músicas... Itsumo Nando Demo que aparece traduzida para o inglês como Always with me.
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Por isso... se um dia destes o encontrarem levem-no para casa e deliciem-se com um dos melhores filmes de animação alguma vez produzidos.
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sexta-feira, maio 19, 2006

Cow Hunting

Foi o que decidi fazer ontem à noite!
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E espero fazer mais vezes nos próximos tempos... quero vê-las todas! As Vacas andam por aí e, disseram-me há um bocado, parece que até aquela que foi roubada já apareceu. Não sei se é verdade mas parece que se tratou de uma brincadeira de estudantes e ela apareceu na Ajuda. Se é verdade, parece-me que devem ter sido estudantes de Agronomia que lá acharam que uma vaquinha daquelas ficava bem perto do Instituto Superior de Agronomia... se querem a minha opinião eu concordo com eles!
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Mas, por outro lado... dasss!!!! Como é que se rouba uma vaca de 400 Kg!?!?!?!
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Ontem convidei uma amiga e rumei à Baixa. Sabia que por lá deviam andar algumas. Vi as da Rua Augusta, Praça da Figueira e Metro do Chiado. Já tinha visto as do Saldanha e das Amoreiras.
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Outra noite destas lá volto a sair de casa para fazer Cow Hunting!

terça-feira, maio 16, 2006

Apetece

E porque hoje me apetece... apetece-me falar... escrever... mas também não sei sobre o quê...
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Comecemos pela música. Hoje é uma música nova. A outra era bonita mas não me tocava a alma. Não me dizia nada... esta embala-me suavemente o espírito. É bonito ver os sorrisos de felicidade que a canção provoca. Basta atentar na letra. Há coisas simples... e a mensagem é simples. Comecei a explorar esta canção há dois dias... e o que mais dança na minha mente desde então são as palavras Just Sing...
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No sábado passado fui à praia. Fui à Praia da Princesa e só posso dizer que se estava lindamente. Foi a segunda vez este ano e pode-se dizer que já se nota uma corzinha. A esplanada desta praia é deliciosa... mesmo em frente ao mar. Tive por companhia duas jeitosas. Pessoas com quem me sinto à vontade... pessoas que me fazem sentir bem... pessoas que me provocam sorrisos... estar com elas é como ouvir música. Sei que se sentem à vontade comigo. Eu também com cada uma delas... apesar de às vezes estranhar sentirem-se tão bem comigo. Mas não interessa... Just Sing...
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Ontem saí cedo do trabalho e fui ao ginásio. Faz-me bem e sabe-me bem. Ainda não consegui deixar de fumar... mas ontem, mais uma vez, tive uma daquelas declarações... Não fumo mais! A ver vamos quanto tempo vai durar. À noite, já em casa, recebo um telefonema. Uma amiga precisava de um favor. Levá-la ao emprego porque se tinha esquecido de algo. Claro, menina! Depois disso passámos nos Meninos do Rio. A esplanada estava aberta mas vazia. Tomámos uma água e estivemos na conversa. A noite estava muito boa, a temperatura óptima, o espaço é excelente. Foi uma horita muito bem passada à noite de um dia de semana... Just Sing...
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No domingo foi dia de juntar os velhos amigos da faculdade. Almoço em casa da Zeni. Desta vez seriam 5 ou 6 casais e mais eu. Estas são das pessoas com quem mais me sinto à vontade. Mas desta vez não me apetecia ir desacompanhado. Levei uma das meninas que me tinham acompanhado na praia no dia anterior. Gostei bastante que ela tivesse ido e tivesse se sentido tão à vontade. A tarde naquela sala correu em amena conversa à mesa. Muito depois de termos almoçado ainda permaneciamos na mesa enquanto se desenrolavam estórias. A suavidade da tarde e a felicidade transmitida enquanto o tempo passava é das melhores sensações que se podem ter. O tempo corre suave... rodeado de amigos... a conversa corre doce... Just Sing...
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A amiga Zeni tinha uma surpresa para mim. Um retrato... uma imagem muito engraçada que ela tinha em casa e que eu nunca tinha visto. Está tão engraçada que decidi fazer um post com essa imagem. Amanhã talvez... Just Sing...
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Na sexta ofereceram-me jantar. A comida foi Zen... é assim que eu lhe chamo. Se calhar até nem é Zen. No sábado jantei lá outra vez. Senti-me um abusador. Mas fui convidado e não tinha vontade de recusar. Além do mais, jantar na companhia de várias pessoas bem-dispostas é sempre um prazer. A comida estava extraordinária... acho que nem falei enquanto jantava... A cozinheira foi quem me telefonou ontem a pedir um favor... assim pude retribuir... Just Sing...
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E pronto... apeteceu-me escrever e escrevi. Sei agora que o link para a música não está a funcionar. Logo tentarei arranjar uma solução... ela é linda e merece ficar aqui muito tempo... e o facto de não estar a funcionar e a música ser essencial para este post não me vai impedir de o postar à mesma. E sabem porquê? Porque ando calmo e bem disposto, por isso... Just Sing...

segunda-feira, maio 15, 2006

quinta-feira, maio 11, 2006

Semáforo

Gosto de conduzir... andar de carro por aí. É claro que dá muito mais prazer quando temos trânsito livre. O trânsito de cidade aborrece-me. O pára-arranca. Os semáforos. As filas. A falta de civismo dos outros condutores. Tudo isso é bastante aborrecido.
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Mas há uma coisa engraçada no trânsito de cidade. A observação!
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Observarmos os outros condutores quando estamos parados no trânsito é algo que fazemos com bastante regularidade. Paramos , olhamos para o lado e lá vemos pessoas, como nós, ali presas no trânsito. A tentarem chegar aos empregos ou a regressar a casa. Olhamos pelo retrovisor e lá está uma cara desconhecida mesmo atrás de nós.
Quantas vezes penso... imagino... divago sobre a vida dessas pessoas. O ar que elas têm. Por vezes é tão simples ver pela cara delas o seu estado de alma. Bem-dispostos uns, deprimidos outros. Stressados e calmos. Bonitos e feios. Bem arranjados e desleixados. Tudo se apanha no trânsito... a poucos metros de nós.
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Mas há algo que apanhamos quase todos os dias. Paramos o carro numa fila, olhamos para o lado e já está! A pessoa do carro ao lado está a tirar macacos do nariz. É tão certo como Chuva em Novembro, Natal em Dezembro.
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É sempre uma situação desagradável mas que nos diverte. A imagem é nojenta, mas não conseguimos deixar de rir quando a apanhamos.
Mas querem saber uma coisa sobre esse tipo de gente?! Eu também sou uma delas!
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Claro que não tiro um macaco do nariz em cada semáforo nem cada vez que o trânsito pára. É só mesmo quando tenho macaquinhos para tirar. E isso acontece muitas vezes? Não, não muitas... mas algumas. Concerteza as suficientes para que já alguém me tenha apanhado a fazer isso.
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Depois... depois vem a habitual cena do enrolar do macaco. É patológico. Não se consegue simplesmente tirá-lo. Temos de o enrolar... embalá-lo entre o polegar e o indicador até que ele fique duro e pudemos nessa altura abrir a janela e atirá-lo em grande estilo para a via pública. Claro que não é tão fácil quando eles vêm com nhanha pegajosa (reparem que bonito é utilizar a palavra nhanha). Nessas situações lá estamos de vidro aberto a tentar soltar-nos daquele macaco que, insistentemente, vai ficando colado ora no polegar ora no indicador. E fazemos aquele movimento brusco com a mão para que ele se solte.
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Pois é... não é que me orgulhe disto, mas também não tenho vergonha de dizer. Eu sou uma daquelas pessoas que tira macacos do nariz enquanto espera que o semáforo fique verde.
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E por aí?! Quantos serão aqueles que, tal como eu, criticam mas fazem o mesmo!?

terça-feira, maio 02, 2006

Branco

Estou a fazer o meu jantar e decidi abrir uma garrafa de branco para beber enquanto o faço e depois enquanto janto.
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Why?!
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Because I can!

Dolls

Chegou a altura de mudar... mudar é bom e eu devia-o fazer mais vezes. Neste caso é a música que toca em repeat neste blog.
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Os Dresden Dolls foi um grupo que descobri e pelo qual me apaixonei. Esta foi uma das músicas que adorei deles. Quando quiserem voltar a ouvir é só vir a este post e carregar no play! Sempre que quiserem voltar a ouvir Girls are crying and boys are masturbating... Aqui fica Shores of California dos The Dresden Dolls
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Zapping

Fazendo zapping pelos canais de música que a televisão oferece sou forçado a concluir que só mulheres bonitas e de corpos fantásticos é que sabem cantar.

segunda-feira, maio 01, 2006

Estranha

Foi, sem dúvida, um dos melhores fins-de-semana que passei nos últimos tempos. Uma noite de sexta divertida, um sábado na praia, um domingo excelente e uma segunda agradável. Mas hoje, quando cheguei a casa depois de ter ido esplanar, abateu-se sobre mim uma estranha melancolia. É possível que tenha sido por apanhar muito sol na cabeça ou talvez por excesso de bons momentos em tão pouco tempo. Não sei... amanhã é outro dia e concerteza que essa melancolia já terá desaparecido.

Frases soltas #10

O Amor nasce na manhã depois da primeira noite de sexo.
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Lido algures e não me lembro onde... se encontrar depois faço a referência.